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Artigo nº 946 - 21/02/2018

O Rio tem solução?

Acho que sim. Deveria passar a estado autônomo, desvinculado da União, com administração conjunta entre militares e funcionários públicos aposentados, seus maiores adoradores.

Uma Hong Kong do século XXI. Certa Mônaco tropical. Com direito a um primeiro-ministro e parlamento, não remunerados. Eleitos por 10 anos. Com liberdade ou pouco controle para consumo de drogas, muitos cassinos e extensa beleza natural. Os militares, que adoram a região e a cidade usufruiriam muito, com a leve obrigação de cuidar da segurança e controle de acesso.

A marinha brasileira, me consta tem quase 70% de sua frota lotada no Rio, poderia patrulhar suas águas contra os bandidos com mais tranquilidade e remunerados talvez pelos moradores. Assim a força áerea, com suas bases aéres extensas por lá e grande parte de sua frota de transporte (a maior parte da frota aérea é de aviões para passageiros e fica no Rio !). O exército, da mesma forma com seus quartéis e academias gigantescas no estado. Assumindo poder de polícia.

Com bancos sem regulamentação ou somente mínima, no estilo Grand Cayman ou até como na Suíça ou Uruguai. Contas anônimas, como Panamá.

A circular qualquer moeda, livremente. Sem impostos de qualquer natureza, excetuadas taxas de uso de serviços públicos como serviços de limpeza, escolas.

Universidades pagas, exclusivamente.

Controle rígido de fronteiras (o que é possível por ser estado pequeno e de geografia complexa, com difícil acesso para grandes contrabandos ou migrações).

Um programa extenso de urbanização das favelas. Favorecer a morada por lá somente de aposentados, preferencialmente do serviço público do , então, país vizinho.

Proibição da indústria produtiva, apenas extrativa (nenhum paraíso fiscal tem indústria de peso) o que eliminaria o fluxo migratório, pelo contrário.

A vender seu petróleo a preço livre sem impostos a quem quiser, sem interferência do cabide de empregos Petrobras. Com moderna energia nuclear em Angra, livre de outras fontes, autônomos.

Sim, o Rio pode dar certo e é mais simples do que se imagina.

Basta seguir o manual das repúblicas paraíso-fiscal. Poucos impostos atraem os ricos, drogas livres afastam os bandidos, bancos com pouca regulamentação atraem mais gente abastada e controle por militares na migração e tráfego de mercadorias evita migrantes pobres e bandidos.

Sempre maravilhoso. Como uma naja, linda mas venenosa e mortal...

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