Debret 2012...
Tenho fascínio por Debret e Rugendas. Assim como o tal Hagedorn e Benedito Calixto. Pintores não excepcionais, longe disso, porém a retratarem o Brasil que eu adoro. O país me fascina, a cada dia mais. Se eu a verba tivesse (e a coragem), um desses quadros, provavelmente um bem pequenino, compraria, porém isso é coisa para Eikes e outros...
Sem soar irônico. Verdadeiramente.
Nossa história, o mistério e a confusão de suas origens, seu modo inegavelmente ibérico-europeu, apesar de negarmos com nosso maluco complexo de cocar.
E por aí caminhando agora retrato, quando possível, nosso cotidiano brazuca. Debretiando.
Gosto de fazer, sou assim...
Clicando sobre as fotos se ampliam, para melhores detalhes.
1 A lixeira, cortesia de uma empresa na Barra Funda. Toda manhã quando por lá passo, o lixo todo pela rua. Não é por alimentos, o pão é descartado ao chão. Embalagens talvez?
2 Carga, carregamento, forma de guiar. Tudo errado, diriam alguns. Sob olhar complacente da autoridade de trânsito, nada ocorre. "Está trabalhando, deixe-se em paz..."
3 A recomendação é para aguardar o trem antes da faixa amarela... A nossa regra em terra brasilis é: as regras são para os outros, nunca para nós. Excetuado no futebol, aí são sagradas...
4 Quem multaria? Nossa alma brasileira é a mais generosa possível e a mais desrepeitadora, em curioso contraste. Tapas e beijos, andam juntos, sempre.
5 Estacionado onde proibido, em saida de uma ruela. "A lei, ora a lei...".