Obediência cega.
O curioso do sistema imperial tomou conta das nações, é a cega obediência daqueles que executam as ordens irracionais desses homens com seus conceitos idiotas e primitivos de geopolítica.
Da Rússia a China, da Coréia do Norte a Cuba e, infelizmente, dos EUA, Israel e Irã, milhões seguem obedecendo, apoiando e executando diretrizes das mais desencontradas, malucas e claramente assassinas.
E sempre é apenas um único déspota. Reis eleitos em alguns caos. Mas reis.
Vejo foto de uma reunião de um deles com seus ministros. Bastaria um desses, com uma elegante caneta Montblanc de ponta em agulha e carga de cianureto potente, injetar em ato corajoso, numa aproximação a resolver o problema.
Assim tentou, com uma bomba o talvez único herói alemão do século XX, o Conde Klaus Von Stauffenberg e a maleta posicionada ao lado de Hitler. Explodiu, mas infelizmente foi salvo por uma mesa de carvalho pesada.
Nos EUA a questão ocorreu algumas vezes. O próprio atual presidente, assim como o Führer, escapou a um atentado e auto-consagrou-se imortal... O outro mecanismo, mais complexo, pelo visto não está sendo procurado. Richard Nixon foi impedido (para manter as aparências pediu a conta antes), mas o tema era bem menos sério que as atuais loucuras se desenvolvem em guerra e mortes; ou tarifas absurdas.
Milhões obedecem, curvam-se. Centenas se locupletam com benefícios da falsa obediência (e essa parte a mais perigosa). E muitos morrem, por ideias e ordens de quem nem conhecem pessoalmente. Com um pobre recruta de Vladivostok sendo morto por um jovem ucraniano, ou vice-versa. Sem ao menos se conhecerem. Ou odiarem. Ou serem bandidos predadores.
Obediência mata. Precatem-se