Hermó

Espaço de reflexão Hermógenes de Castro & Mello

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Artigo nº 960 - 19/10/2018

Whatsapp, o medo das novas comunicações.

O medo das comunicações entre humanos, com o estado ou a imprensa serem preteridos nos seus eternos monopolizantes controles....

Whatsapp é o telefone do século 21, por que não deve ser sigiloso? A intensa e constante mania de tutelar tudo que nós humanos devemos ouvir, ler e distribuir.

Qualquer desavisado sabe e desconfia que Bolsonoro jamais foi eleito o "político mais honesto do mundo" ou que a sede de uma faculdade de agronomia não é a casa de campo do filho do Lula.

A população tem senso crítico e deboche para contrapor.

Por isso 40 milhões votaram nulo, em branco, ausentes ou a novidade maior, o "voto-palhaço", sabendo que eleitas determinadas figuras circenses ou da cena cine-pornográfica nada farão, estão lá pelos vencimentos, sem atrapalhar.

Entretanto desde os tempos da velha Roma, a censura e o desejo de controlar aquilo se lê, ouve ou transmite é a máxima de governos, igrejas, grandes empresas e órgãos de comunicação.

O fenômeno fake-news, mais velho que alegado, a deixar "temerosos" quem noticia "corretamente" pelos efeitos "nefastos", se atribuindo total honestidade.

Os jornais e cinemas em setembro de 1939 informaram como a Alemanha havia sido "atacada" pela Polônia e teria que retribuir.

Sim, fake-news.

Todavia no fundo todos sabiam que não era bem assim. E deu no que deu.

Fake-news têm pernas curtas, não precisamos de controles de imprensa e governos para nos avisar. Trump que o diga, seus apoiadores lá no fundo sabem que o grande fake é ele mesmo...

Whatsapp é extensão da fala, a maioria das pessoas que utilizam, por minha própria experiência, hoje já conferem quase que automaticamente se determinada notícia é verdadeira.

As exceções existem desde o Velho Egito, boatos em que queremos acreditar não podem ser controlados, faz parte do fanatismo.

Somos adultos, fanáticos ou não, mas somos assim.

O telefone do século 21, com sua encriptação, se torna incômodo para imprensa e governos, que desejam monopólios de informação.

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