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Artigo nº 949 - 08/03/2018

O mundo tosco dos machos... diz a moça.

Interessante opinião... não imaginava o mundo de Einstein, Villa Lobos, Colombo e Confúcio ser tão sem leveza, mas, homem, sou suspeito...

Entretanto penso ter razão a autora do desabafo contra o triste jugo dos machos na sociedade humana: por sorte o caminho da humanidade, desde as cavernas é lentamente ir separando mulheres e homens.

Com primórdios estranhos, porém claros, como separar os gêneros nas casas de preces (até hoje comum para judeus e muçulmanos), sinal evolutivo.

Já ajustando a questão biológica artificialmente, com casais homo-femina comprando sêmen para fertilização artificial, mãe 1 e mãe 2.

Só a completa separação levará à felicidade evolutiva. E os homens tenderão a desaparecer, pois a) não se reproduzem sem o outro gênero e b) mulheres em maioria poderão manter fazendas de machos reprodutores ou seu sêmen congelado. Esses serão apenas fornecedores, quimicamente alienados, todavia com o DNA insuspeito, selecionado.

E os rebentos homens serão abortados, exceto alguns poucos para as fazendas ou clonagem. E as mulheres criadas.

A partir de certo ponto, cientistas femininas saberão reproduzir sem ajuda machista apenas mulheres. E o ciclo evolutivo apagará essa praga tosca, bruta, assassina e inconsequente.

Será o admirável mundo novo, sem os abomináveis de barba e penduricalho frontal.

O mundo para elas, lindas e pacíficas. Já os homoeróticos machos terão uma opção em Marte, para onde imigrarão.

Um planeta calmo, lindo e coalhado somente com essas criaturas. A evolução avançará!

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